• Miss Abacar

“Ainda não atingiste o teu grande objectivo? Óptimo!

Olá família,

Espero que vocês e as vossas famílias estejam bem!

Eu estou óptima! Estou numa semana agitada de trabalho mas hoje, 10 de novembro, é dia da cidade de Maputo e por isso vou aproveitar e comemorar a cidade que me recebeu com todo amor!

Parabéns cidade das acácias!

Hoje quero partilhar um texto de um amigo do Facebook, o Télio Chamusso, que traduz com as correctas palavras uma conversa que eu e os meus amigos estivemos a ter na semana passada.

Muitas vezes vemo-nos ansiosos a ter as coisas para ontem e essa ansiedade tira a beleza de todo o processo que, na verdade, é a parte mais importante desse percurso.







“Ainda não atingiste o teu grande objectivo?

Óptimo!

Isso é o melhor que te poderia acontecer!

Pois,

Significa que [ainda] tens uma “razão de viver”.

Significa que a tua vida tem [um] sentido, que consiste em acordares todos os dias, diligenciares todos os passos destinados a atingires o que tão sofregamente ambicionas.

Isto não é filosofia nem romantismo motivational. É puro pragmatismo.

É saborosa aquela sensação de desconforto que sentes por algo te estar a faltar, pois é exactamente essa factologia que te servirá de combustível para, quotidianamente, te divorciares da cama, pular dela e ires atrás da extirpação esse desconforto.

O problema é a mente…

A [tua] mente está talhada para te angustiar em virtude de, apesar de muito já teres tentado, não teres, ainda, alcandorado o que pretendes.

Mas podes optar por ler o panorama noutra perspectiva e é esta: transformares aquilo de que te sentes órfão – o teu desejo – na tua razão da tua existência, ou seja, no teu propósito de vida e não no teu grande motivo de desânimo.

Incomoda-te não teres [ainda] o que pretendes?

Só há uma forma de erradicares esse “incómodo”: é tê-lo(a) né?

E aqui, “paliativos” não funcionam; careces de encontrar a “vacina”, que consiste em ir à ‘busca e captura’ desse tão almejado objectivo.

É difícil? Não há nada fácil nesta vida.

Está longínquo? Não te preocupes, pois se há uma realidade que não se suspende, é o tempo.

Toda a gente já, seguramente, ouviu dizer ou leu que (sic): «o trabalho mais difícil é aquele que realizamos em nós mesmos» (fim de citação).

Imagina um escultor a esculpir o seu próprio corpo, com um martelo e um cinzel na mão, todavia aplicando-os vigorosamente no seu próprio corpo (tal como ele costuma aplicar na mármore ou na pedra ou na madeira). Tenta imaginar as insuportáveis dores que isso lhe causará, até que a obra (que é ele próprio) fique perfeita. O trabalho mais difícil é doloroso, mas o resultado é compensador e a sensação de realização [pessoal] é de um inexprimível contentamento e de uma inexplicável sensação de orgulho próprio.

Já é hora parares de “vigiar” o que o vizinho está a fazer! 😁

Pega no teu martelo e cinzel e começa a moldar-te.


Ainda não atingiste o teu grande objectivo?

Óptimo!

Isso é o melhor que te poderia acontecer!

Pois,

Significa que [ainda] tens uma “razão de viver”.


Acordar todos os dias sabendo o que tens de fazer e parar de depender que as circunstâncias dirijam a tua vida.

Se calhar é precisamente isto que esteja a faltar: a noção de que és tu que estás no controle da tua vida e com a prerrogativa de decidires o rumo dela.

Antes de saberes para onde e por onde queres ir, começas por definires por onde e para onde não queres ir, ao erudito estilo do poeta [ja ido] José Régio que, no seu célebre poema “Cântico Negro” declamava (sic): «não sei por onde vou, não sei para onde vou, mas sei que não vou por aí» (fim de citação).

Decides por/para onde queres ir através de um “processo de exclusão de partes”: primeiro decides por/para onde não queres ir. Após isso, só te restarão as opções por/para onde queres ir…

Imagina a vida como um filme, no qual acumulas os papéis de realizador, director e actor principal (ou actor único, se preferires). Os bandidos do teu filme, são as normais adversidades da vida real que obstaculizam a realização do teu desejo/objectivo. Tenta fantasiar o quão interessante será o teu filme [que é a tua vida] a cada momento que o actor [que és tu] vai aniquilando os bandidos [o mesmo que tu a ultrapassares as adversidades da tua vida real]…

O filme tem o final épico quando o actor enterra – morto ou vivo, não interessa – o chefe dos bandidos [o “capo di tutti capi”]. Equipara essa imaginação ao cenário em que, na vida real, suplantas a última das barreiras na qual se reflecte o muro que te separa do teu objectivo. É uma sensação indescritível, não é?


Ainda não atingiste o teu grande objectivo?

Óptimo!

Isso é o melhor que te poderia acontecer!

Pois,

Significa que [ainda] tens uma “razão de viver”.


PS: não acredita na tua mente quando ela te transmite que a vida não é bela, pois ela – a tua mente – está rotundamente equivocada!”

Por Télio Chamusso


Espero que essa reflexão tenha sido tão necessária para si como foi para mim.





MY GLAM TEAM:

Outfit: O BRECHO DA SUNEYLA

Cabelo: JOANA STORE

Pestanas: CRETCHEU LUXURY SALON

Fotografia: KAYMO DE LURDES

Com amor,

Madina

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